terça-feira, 27 de agosto de 2013

Convite Desfile Cívico


Convidamos a comunidade cidreirense para prestigiar o tradicional Desfile Cívico que acontecerá sábado, dia 7 de setembro, a partir das 14h30min, na Avenida Mostardeiro.



Em caso de chuva, o Desfile será cancelado.



Em breve postaremos no Blog a ordem do Desfile!


 Não perca!



terça-feira, 20 de agosto de 2013

EMEF Ildo Meneghetti

Acompanhe no Blog da EMEF Ildo Meneghetti as fotos da Festa Junina que aconteceu em Junho!

Link: http://escolaildomeneghetticidreira.blogspot.com.br/




Teatro de Fantoches

Os alunos do 2º ano, turma 22 da EMEF Francisco Mendes realizaram um Teatro de Fantoches de palitos. Confira:







Mais em: http://emef-franciscomendes.blogspot.com.br/#top

Alunos da EMEI Tio Silvio homenageiam os Pais

Em homenagem aos Pais, os alunos da EMEI Tio Silvio confeccionaram diversos trabalhos, confira:








Confira mais em: http://emeitiosilvio2hotmailcom.blogspot.com.br/

CAE homenageia os Pais

Na sexta-feira, dia 09 de agosto o CAE - Centro de Atenção ao Educando prestou uma belíssima homenagem aos pais.









segunda-feira, 19 de agosto de 2013

22 de agosto é Dia do Folclore

Podemos chamar de folclore aquilo que é fantasia, invenção de um povo, onde são envolvidas suas tradições, costumes e lendas.
São as manifestações populares que podem aparecer em festas, alimentos, remédios, crenças, superstições, danças, contos populares, provérbios, adivinhações, apelidos, artigos de artesanato, brincadeiras infantis, dentre várias outras.
Esses elementos folclóricos são transmitidos de pai para filho, de geração a geração, sem que se percam ao longo do tempo. Variam de região para região, de grupo social, de etnia.
A palavra folclore é derivada das palavras “folk e lore”, que significam povo e conhecimento, respectivamente.
O surgimento da data se deu através do arqueólogo inglês William John Thoms, onde o mesmo resolveu fazer um estudo sobre as tradições e lendas do seu país, solicitando apoio a uma revista de Londres.
Para isso, William não usou seu nome, mas o pseudônimo de Ambrose Merton, pois temia não ser entendido. A revista publicou a carta no dia 22 de agosto de 1846, motivo pelo qual foi escolhido como o dia do folclore.
O folclore brasileiro se originou através da mistura de diferentes raças, como dos índios, dos negros e dos brancos que colonizaram nossa terra. A mistura dos conhecimentos de cada uma dessas raças foi sendo transmitida para a outra, formando nossa identidade cultural.
Os personagens folclóricos mais conhecidos da nossa cultura são: o Curupira, o homenzinho que vive nas florestas, tem os pés voltados para trás, cabelo vermelho e que protege a natureza dos homens que tentam destruí-la; o Saci-Pererê, negrinho de uma perna só, que usa uma carapuça vermelha e fuma cachimbo, faz travessuras, esconde objetos, entra em redemoinhos e também assusta pessoas que tentam destruir as florestas; o Boto é uma espécie de peixe que se transforma em homem, para encartar as moças, levando-as para morar com ele nos rios do Amazonas; e a mula-sem-cabeça, uma mulher que fez tanto mal que a própria natureza a fez soltar fogo pelo pescoço, como castigo.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola


Quem foi Marcílio Dias?

Praça distinto e emérito artilheiro, destacou-se nos ataques da esquadra brasileira a Paissandu (1864-1865). Embarcado na corveta Parnaiba, participou da batalha naval do Riachuelo (11 de junho de 1865), quando distinguiu-se por sua bravura tendo, no entanto, sido morto; no dia 13, foi sepultado nas águas do rio Paraná. Seu retrato é ostentado, hoje, nos alojamentos e cobertas dos navios, quartéis e estabelecimentos da Marinha brasileira.
       Marcílio nasceu na cidade do rio Grande (RS) em fins de 1843 ou início de 44 (a data exata é desconhecida). Aos 12 anos, aproximadamente, foi encaminhado para a Escola de Grumetes (Ilha de Villegaignom), onde iniciou sua carreira como aprendiz-marinheiro. 
        Em 1856 concluiu seus estudos nessa escola, embarcando na Corveta "Constituição" e logo após, no navio "Tocantins", que tinha Barroso como comandante. Em 15 de maio de 1861 recebe sua primeira promoção: Marinheiro de 2ª classe. Em 1863, já na Escola de Artilharia, recebe a classificação de "Praça Distinta". Em 1864 embarca na Corveta Parnaíba, em expedição ao Rio Prata. De volta é promovido a "Marinheiro de 1ª classe". Em 6 de dezembro desse mesmo ano (1864), quando Tamandaré inicia o cerco e ataque a Paissandu, Marcílio Dias tem seu batismo de fogo, em confronto com o exército de Aguirre, ditador uruguaio. O grito de "Vitória" dado por Marcílio Dias quando entra na torre da Matriz de Paissandu, e de lá acena, aos colegas, com a bandeira brasileira.
Outra cruenta luta (11 de junho de 1865) ocorre na Corveta Parnaíba, durante a Batalha do Riachuelo. Marcílio Dias tinha aproximadamente 21 anos, e esse fato assim ocorreu, segundo o escritor Joaquim José de Macedo: "A Corveta foi abordada por três navios paraguaios. Um desses foi afundado, mas os outros dois continuaram atacando o Parnaíba. Os valentes artilheiros recebem a massa assaltante, no convés do navio. Marcílio Dias é o primeiro na avançada. O marinheiro de blusa rota e ensangüentada, a tez escura suando, começa a lançar golpeadas à direita e à esquerda. O gigante em fúria abre caminho entre os paraguaios, golpeando-os de morte. E ele avança mais, até ser cercado por quatro soldados inimigos. O bravo marinheiro avança e golpeia o primeiro, enfrenta o segundo, quando de repente escorrega no próprio sangue. Resvalando, abre os braços, para estabelecer o equilíbrio. Foi quando recebeu dois violentos golpes na cabeça e caiu".
     Depois dessa tragédia, a luta continuou na Corveta Parnaíba, quando Barroso, usando de inteligente estratégia, afunda um navio paraguaio e o outro trata de escapar. O Parnaíba estava salvo e o Brasil vitorioso, enquanto Marcílio agonizava no convés sem dar um único gemido!
Hoje, o povo rio-grandino homenageia seu grande herói na Praça Marinha do Brasil (ex-Praça da Bandeira), em magnífica escultura em bronze, inaugurada em 19 de novembro de 1940 (Dia da Bandeira Nacional).




EMEF Marcílio Dias: 45 anos de história

No dia 14 de agosto a EMEF Marcílio Dias completou 45 anos de fundação. Para comemorar a data, alunos, professores e funcionários prestaram uma bela homenagem, com direito a bolo, parabéns e construção de cartazes e painéis alusivos à data.

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Marcílio Dias foi criada através do Decreto nº 22/68 e recebeu esse nome em homenagem ao Marinheiro Marcílio Dias, símbolo da Marinha do Brasil, que morreu em batalha aos 23 anos de idade.

Atualmente a Escola tem aproximadamente 740 alunos, distribuídos nos turnos da manhã, tarde e noite, oferecendo o Ensino Fundamental de oito anos (em extinção) e Ensino Fundamental de Nove Anos (em progressão) e Educação de Jovens e Adultos.

Filosofia da Escola:
"Ensinar não é transmitir conhecimentos, mas criar possibilidades para construir e reconstruí-los".

Parabéns EMEF Marcílio Dias!